O mundo existe numa noite ativa.
Ele não começa; constantemente, trabalha. O céu não se fixa. Ele se dobra e se distende, deslocando-se sob o efeito de forças desiguais. Zonas de pressão se formam e se movem, depois se desfazem. O ar circula segundo trajetórias instáveis
que moldam o espaço como uma matéria flexível, sempre em transformação. As nuvens não flutuam. Elas se acumulam e adensam a atmosfera. De tempos em tempos, mais ou menos, chove. Assim são as histórias que existem numa noite ativa. Elas não começam nem se fixam. Dobram-se e se distendem sob o efeito de forças desiguais. O homem que se aventura nessa noite à fraca luz do seu espírito reza para que ela não se dissipe. Ninguém poderá ouvir seus pedidos de socorro. Sob a página, o eco da voz morre. se dobra e se distende, deslocando-se sob o efeito de forças desiguais. Zonas de pressão se formam e se movem, depois se desfazem. O ar circula segundo trajetórias instáveis que moldam o espaço como uma matéria flexível, sempre em transformação. As nuvens não flutuam. Elas se acumulam e adensam a atmosfera. De tempos em tempos, mais ou menos, chove.
Assim são as histórias que existem numa noite ativa. Elas não começam nem se fixam. Dobram-se e se distendem sob o efeito de forças desiguais. O homem que se aventura nessa noite à fraca luz do seu espírito reza para que ela não se dissipe. Ninguém poderá ouvir seus pedidos de socorro. Sob a página, o eco da voz morre.
Assim são as histórias que existem numa noite ativa. Elas não começam nem se fixam. Dobram-se e se distendem sob o efeito de forças desiguais. O homem que se aventura nessa noite à fraca luz do seu espírito reza para que ela não se dissipe. Ninguém poderá ouvir seus pedidos de socorro. Sob a página, o eco da voz morre. O mundo existe numa noite ativa. Ele não começa; constantemente, trabalha. O céu não se fixa.
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