mardi 10 février 2026


Algo age no interior, sob a superfície, sem ainda pedir para ser reconhecido. Isso circula e se aquece, depois se intensifica bruscamente numa profundidade que escapa ao olhar. O rosto, em sua aparente estabilidade, recebe essa atividade silenciosa. Ele permanece aberto, oferecido, atravessado por forças que o precedem. Antes de qualquer sinal legível, uma tensão ínfima ali se deposita. Reações químicas ocorrem.



 são liberados. A composição do meio se modifica. O mar contém aquilo que se prepara. Terras emergem em alguns pontos. Elas não prometem nada. Resultam do que irrompe e depois se decompõe. São instáveis e expostas. Frequentemente retrabalhadas pelo que nelas atua, bebem a chuva carregada de elementos corrosivos que age sobre elas sem trégua.
A forma muda. As montanhas não dominam. Elas se elevam sob o efeito de pressões internas.

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